Uma apresentação interativa

Em uma tentativa de garantir uma prova de conceito, minha apresentação será feita interativamente. Funciona assim, você escolhe a próxima pergunta no fim de cada pergunta. Clicando nela, você será levado até a próxima resposta. É um universo contido, mas já basta para nossa proposta.

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Sou Daniel Cavalcanti e estou me formando em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica este ano. Estagio na empresa Realejo como desenvolvedor de frontend e experiência de usuário. Meus principais hobbies são: videogames, livros de ficção e escrever histórias.

Por quê você fez um blog?

Qual é o objetivo desse blog?


Porquê você fez um blog?

Em primeiro lugar, esse blog é fruto de uma proposta da professora Marilia Martins para o curso “Laboratório de Jornalismo Impresso”. No entanto, como nada nesse mundo tem um só lado, o objetivo desse blog também é me ajudar na produção da minha monografia, cujo tema é “Narrativas lineares e não-lineares”. Não é por nada que essa apresentação é não-linear.

O que é uma narrativa não-linear (e porque eu precisaria me importar com isso)?

Me dê exemplos de narrativas não-lineares.

Qual é o objetivo desse blog?

O objetivo desse blog é reunir recortes, entrevistas e pensamentos sobre a produção de todo o tipo de material midiático que trate a não-linearidade, a interatividade e as formas de contar histórias usando a tecnologia – ou uma tecnologia qualquer, para ser mais preciso – para contar ângulos ou caminhos diferentes em histórias.

O que é uma narrativa não-linear (e porque eu precisaria me importar com isso)?

Me dê exemplos de narrativas não-lineares.


O que é uma narrativa não-linear (e porque eu precisaria me importar com isso)?

Uma narrativa pode ser considerada não-linear quando existe interação do receptor (que acaba por se tornar usuário) com a história. Considero a necessidade de uma escolha verdadeira, pois se a narrativa não muda com as ações do usuário, não podemos considerá-la válida. É um campo bastante cinza, então excessões serão concedidas.

E você pode se importar com isso se você gosta de uma boa história, daquelas que te fazem parar por um momento, pensar e raciocinar. Se você gosta de tecnologia, e das facilidades que ela traz aos contadores de histórias. Se você conta histórias (e quem não faz isso?), e gosta de dividir experiências com as pessoas. Enfim, você se importa se quiser, mas certamente continuará consumindo histórias e de tudo o que vem junto delas.
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Me dê exemplos de narrativas não-lineares.

Vai depender da mídia, certo? Nos videogames, podemos considerar jogos como Elder Scrolls: Skyrim, razoavelmente não-lineares. O jogador está em uma posição de liberdade, ele pode escolher entre salvar o mundo, participar de lutas políticas, tornar-se um criminoso ou um salvador, etc… Estamos tratando de uma forma de interatividade bastante forte, então isso é mais comum.

No entanto, para não depender dessa mídia, podemos citar os antigos livros “Aventuras fantásticas”, escritos por Ian Livingstone e Steve Jackson (ambos continuaram suas carreiras criando jogos), ou até mesmo “Eles eram muitos cavalos” do Luiz Ruffato, que pode ser lido em qualquer ordem sem alterar muito o todo.

Enfim, são exemplos abertos para narrativas abertas.
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