Férias VL : Pra onde vamos?

icn-facebookicn-twitterEntão, você deve estar se perguntando: não tá postando mais? Calma… O que estou fazendo é uma experiência: estou postando sempre coisas interessantes nos meus perfis das redes sociais, procurando dar uma relaxada e me preparando psicologicamente para o ano que vem. Isso não quer dizer que não teremos novas postagens nas próximas semanas, mas estou bem mais ativo no Twitter e no Facebook por enquanto (quase nada no Google+, por falta de aplicativos para ajudar no compartilhamento, mas vou dar um jeito nisso em breve).

Em outras notícias, o Virtualidade Latente já tem uma página no Facebook. É uma forma de você sempre ter nossas atualizações na sua timeline, com a certeza de que não haverá flood de nossa parte.

De qualquer maneira, odeio ficar escrevendo esses posts tapa-buraco, então vou só botar os links aqui e consideramos esta semana com postagens, certo? Certo.

  • Meu Facebook – Onde posto e comento notícias sobre tecnologia, cultura e ciências… às vezes rola um pouco de política, mas só aquelas alfinetadas gerais, nada panfletário.
  • Meu Twitter – Para aquela conversa mais íntima. Eu vivo pentelhando gente de quem gosto por lá.
  • A página do Virtualidade Latente no Facebook – pra receber nossas postagens assim que saírem e, de vez em quando, algumas notícias sobre o blog podem ser encontradas lá.

E pra não perder o costume nesses posts: música maneira. Dessa vez Chiptune de um rapaz chamado Ben Landis, que eu não sei se tem alguma relação com Max Landis (ou com o John Landis), mas tá valendo.

Ouvindo na terça: um monte de versões de músicas de videogame.

Eu queria mostrar um pouco do excelente talento da usuária lara6683, uma australiana que costuma produzir excelentes versões de trilhas famosas de jogos de videogame, seriados e filmes. Nos vídeos acima, aproveito para relembrar uma brincadeira muito interessante de de Koji Kondo, criador da trilha sonora de Zelda. Alguns podem dizer que foi pura preguiça, mas inverter a aclamada música tema do jogo para criar uma nova música foi não só uma excelente saída, mas acabou ficando um gostinho de auto-referência em proporções que antes só víamos em doidos como o Hideo Kojima.

Enfim, dica e referência fazem um post bacana, né? E nesta quinta-feira vou ressucitar uma coluna e entrar em território desconhecido, então: fique atento, bravo leitor! Haverá atualização!

Uma das grandes trilhas de Uematsu: Final Fantasy VI

O vídeo acima do canal FullofFail é uma compilação de toda a música de Final Fantasy VI (que veio III pro ocidente na época) composta por Nobuo Uematsu. O cara extraiu os arquivos de som de uma das muitas roms presentes na internet do jogo e converteu para wav. É interessante perceber que existe uma textura muito interessante dos – para os padrões de hoje – escassos recursos do processador de som presente no Super Nintendo, o SONY SPC700. Detalhe curioso, a Sony que veio a ser uma das grandes rivais da empresa no mesmo setor com o Playstation no mesmo ano de lançamento do jogo: 1994. Três anos depois, o sucessor da série Final Fantasy foi lançado no console da Sony: Final Fantasy VII, lançado em 1997.

Speed Racer, um dos primeiros animes a ser exibido no Brasil, completa 45 anos

Nem todo mundo sabe, mas bem antes do fenômeno Cavaleiros do Zodíaco, em meados dos anos 90 que mudou a história dos animes no Brasil, outro desenho japonês já havia feito bastante sucesso por aqui. Há 45 anos o piloto Speed Racer (Go Mifune, no original) e seu Mach 5 – nome um tanto quanto pretencioso para um carro de corrida que chegava a um pouco mais de 300km/h* – eram adaptados e se tornaram uma série em desenho animado.

O mangá, assim como o título original do anime, se chama Mach Go Go Go e foi criado por Tatsuo Yoshida. A partir do sucesso do quadrinho, Yoshida e seus irmãos criaram a Tatsunoko Studios, que produziu a versão animada de Mifune e sua equipe a partir de 1967.

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ContinueCast: Análises elaboradas de jogos clássicos

Para quem curte ouvir uma galera bem humorada falar sobre retro games, fica a dica do excelente ContinueCast. Todo o episódio, os três âncoras do magnífico programa “Continue?” analisam um jogo clássico do Super Nintendo, Mega Drive e do Nintendinho, contando com a participação de seus ouvintes.

Eu me divirto muito com o estilo dos caras, e o programa deles tem momentos épicos demais. Vale inscrição.

Novo layout, novo conteúdo

Eu prometi, e dessa semana não passa. Escolhi um novo tema para que a navegação pelo blog ficasse mais razoável. Nesta sexta-feira, entra uma entrevista e, no domingo, matéria especial com um monte de insights sobre o novo mercado brasileiro de jogos eletrônicos. Espero que gostem.

E, para não perder o costume:

The Shits deve ser a banda mais doida que escutei no último mês. Dá uma olhada que você deve, pelo menos, conseguir um sorriso no fim de cada música.

Justificando minha ausência

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Estou preparando uma matéria especial para postar aqui no blog e escrevendo minha monografia quando sobra tempo. Portanto, o post de hoje é só pra que saibam que ainda vai rolar muito conteúdo aqui, especialmente após as provas. Já estou com algumas coisas preparadas aqui, e chegam em breve.

Post escrito pelo celular, pode conter erros provenientes de teclados desconfortáveis.